quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Cuidado: ele começou assim

Caminhando à toa na rua pela tarde, me deparei com uma imagem histórica. No mundo todo, existem diversas pessoas importantes, lendárias, como Napoleão Bonaparte, Nelson Mandela, Bill Clinton, por aqui mais perto temos por exemplo, o Pelé, o Dom Pedro, o Curupira, o Negrinho do Pastoreio e ele, o maior, o inimaginável fenômeno do mistério, o personagem da foto que eu vi, Senhor Excelentíssimo Mário Pozzobon ou Pozzobom, sei lá!

O nosso Saci Pererê, o nosso Dercy Gonçalves envelhecido, o nosso Getúlio Vargas, que muitos dizem que o seu Mário o chamava de guri. É ele o homem que sustenta a maior lenda urbana existente em nossa cidade, e futuramente da humanidade que tentará descobrir, em vão, como sobreviver ao tempo tanto tempo. Em Votuporanga, na minha infância, não ouvi muito sobre a loira do banheiro não, nem de bandidos indecifráveis. O que nem o FBI, KGB, CBF, RPG, CSI conseguiria descobrir: Como o Mário Pozzobon perdeu sua perna?

Já me disseram mil e uma bobagens sobre o assunto, é só surgir com alguma dorzinha que idiotas iguais a mim dizem que aquele simpático velhinho começou com problema que você está sentindo. Ouvi que ele perdeu seu membro por uma dor no olho, a uma unha encravada, a quem diga até que tudo começou devido a um sério problema de gases. Não sei.

Há um outro que me disse que aquilo é marketing político, que foi assim que ganhou as eleições para prefeito. Isso deve ser mentira, sei lá.

Outro segredo é a resistência dele aos séculos, há pessoas que passam por mim e dizem que ele está dando uma de João-sem-braço ao tempo. Maldade! Outros falam que o tempo não pega ele porque temos que dar um passo após o outro... e que maldade sem graça nenhuma essa.

Uma coisa é certa: conversa vai, papo vem, e o seu Mário, figura cativante que passa com toda a sua idade e experiência pela rua esbanjando um sorriso que nunca se acaba, ao maior estilo pingüim do Batman, continua firme e forte para mais uma política. Maluf, que é o outro insistente, não chega aos pés da nossa lenda, tem muito a aprender ainda, seu Paulo!

A conclusão a que chego, ou seja, a moral da história é: de que vale duas pernas se a gente não chegar na idade do seu Mário com toda essa energia? A nossa lenda é além de tudo, é sorridente e feliz. Sabe porque: ele tem filhos, ou seja, ele não tem um membro mas tem outro... E se perna resolvesse alguma coisa, casaríamos com centopéias.

2 comentários:

Kamylla disse...

Grande Pozzobon! Não são todas as pessoas que dão nomes a bairros e continuam vivas hoje em dia!

Fernando Belucci disse...

Centopéias Pervertidas essas...

Mas eu não conheço o mário (sem a "Classic Joke"). Então, Aqui no meio daselva chamada Palmeira D'oeste existe o "Jesus Cristo Maneta"... Alguém ARRANQUEI a mão dele. vc acha??